quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

a ventura


Livros como Dom Quixote, bom mesmo é reler depois da virada de algum século, depois de muito pé e pó. É como se, entre um cafundó e outro, procurasse abrigo em alguma montanha e, na companhia de Rocinante e Sancho, lá encontrasse Cardênio, o dono destes versos. E uma ventura surgisse: a clara noção de que se é a outra parte da história, a parte que a maioria das pessoas não quer ler. Clara noção que não se apaga.





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