sábado, 8 de outubro de 2011

través

alma que amanhece                       ares de Beethoven e primavera
em linha proa-popa - adorno de ventos - eu, Noto.

“(…) O que queria não era diferente do que todos os sonhadores sempre quiseram. Queria construir um lugar onde ninguém explorasse ninguém, e onde as pessoas vivessem juntas sem distinção e diferenças mesquinhas de classe. Sonhava com um lugar onde homens e mulheres pudessem ser lavradores de manhã, poetas à tarde e carpinteiros à noite. [p.65] (…) as palavras são como o vento que faz ondular a superfície da água. O verdadeiro rio corre por baixo, sem ser visto nem ouvido. [p.357] - Maré Voraz, de Amitav Ghosh, ed.Alfaquara, 2008.

na espiral, Szeryng e Rubinstein,
Beethoven, Sonata n5, op.24, 'Spring' in f major, allegro
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