domingo, 22 de abril de 2012

insígnia

   É, Yehudi Menuhin e Glenn Gould, um encontro sensível
...que bem acomodo aqui num canto - espaço arejado.
É Bach - retirado da hipocrisia - dois virtuoses, um steinway, o stradivarius Khevenhüller e um arco Tourte, redondinho. É a sonata de número quatro salvaguardando excelência, dedicação, muito estudo e leitura musical. É o supremo menino prodígio! - assim Itzhak Perlman definiu Menuhin, um dos maiores violinistas do século XX, o dono do brinde do dia, aqui reposto em voo por listinha de pontos brilhantes em cima da relva. Ele que, em 1996, com 80 anos, conduz mais de 110 concertos, e afirma:
Qualquer coisa que se quer fazer e que se ama realmente deve-se fazer todo dia. Essa é minha relação com o violino! Ele deve ser tão fácil para um artista e tão natural tal como o voar de um pássaro, e você não consegue imaginar um pássaro dizendo: "Bem, hoje estou cansado e velho, e por isso não irei mais voar".

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