quinta-feira, 9 de agosto de 2012

quinta de escarpa

  há quem faça castelos, com as pedras que encontrei fiz caminhos, percursos de tempo,
nesta clareza
de  polifonia,
na  suavidade
de melódicos
compassos,
eis Prokofiev,
um bárbaro
arrancado da
estepe - e a
inconfundível
n1,  classical,
densidade,
asas, leveza,
e liberdade
artística.








Um comentário:

Rejane Martins disse...

Prokofiev, a sinfonia n°1 em ré maior,
com a Filarmônica de Berlim e Karajan
00:01 allegro
04:01 larghetto
08:08 gavotta non troppo allegro
09:42 finale
13:05 molto vivace
suficientemente original em sua obra para não ser confundido com qualquer outro, a franqueza das ideias melódicas de Prokofiev, porque liberdade artística não é compor qualquer coisa - toda arte impõe cuidados.