sábado, 8 de novembro de 2014

portilha






     portal  escotilha  pedra  portanto     
                                                ponto   








domingo, 12 de outubro de 2014

portado


  
               meu último acorde sou eu.   
  





quarta-feira, 8 de outubro de 2014

por tudo, portada



eu não bajulo mascarados,   
nem ricos, nem disfarçados,   
eu, cara lavada, na ponta da minha espada,   
   eu sou meu tango e milonga, minha estrada e caminho.


 


terça-feira, 9 de setembro de 2014

porquanto




 por tanto.     





segunda-feira, 11 de agosto de 2014

erre e jota a ene e ponto



provida,  herdei o lenço vermelho,  maragato,
a crina em céu aberto,  o silêncio e os ventos do pago,
a alma colorada, o porte brasino, o queixo-duro, o não bajulo,
o osso limpo,  a espinha teimosa e,  quem sabe,  o bigode armado,
e a quinta eu não barganho, nem vendo – eu doo, compre quem quiser.




terça-feira, 27 de maio de 2014

é uma vez

o volume de vida   

em uma regência,
em um bandolim,
em umas vozes,
em um silêncio,
em um violino,
em um violão,
em um piano,
                                 nenhum qualquer
o monograma de bach, chaconne  
 a identidade  por metro cúbico   
uma quinta, 
um nomograma, 
ossos de ofício, 
límpidos e transparentes, eis.